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O trabalho, da dignificação à alienação: uma perspectiva crítica.

Imagem de phooto por Pixabay

A expressão “o trabalho dignifica o homem” não é por acaso. Foi por meio do trabalho que a espécie humana se consolidou como ser social. Um grande passo rumo a complexificação das relações foi dado com o advento da divisão social do trabalho. Mas a complexidade não parou aí. Na sequência, bem mais adiante, com o modo de produção capitalista, a complexidade da relação produtiva é alçada a um patamar delirante. O trabalhador é desmembrado do produto de seu trabalho.

As origens do Estado de Direito sob a perspectiva marxista

Imagem de David Mark por Pixabay.

Desde que nascemos, e por toda a nossa vida em sociedade, somos regidos por uma organização poderosa. Trata-se do Estado. A presença do Estado, com todo o seu aparato de serviços e agentes, é tão antigo e comum que acabamos por enxergá-lo como uma instituição naturalmente estabelecida. Todavia, é interessante refletirmos sobre a sua existência. E a melhor forma de introduzirmos uma reflexão mais profunda sobre algo, é conhecendo a sua história, apresentada aqui sob o prisma marxista.

Organizações: subsistemas da sociedade moderna

Imagem de Gerd Altmann por Pixabay

No dia a dia nos deparamos com vários exemplos de organizações. Supermercados, redes de televisão, bancos...  E não são apenas integrantes do setor privado. Instituições públicas, ONGs e até mesmo movimentos sociais são exemplos de organização.

Resenha: Instituições políticas brasileiras, de Oliveira Vianna.

Numa das primeiras experiências democráticas em território brasileiro, em meados de 1821, através do sufrágio universal, fatos tragicômicos foram registrados por cronistas da época. Sobre o pleito no Maranhão, João Francisco Lisboa publicou no  Jornal de Timon: “Dos bairros mais escusos da capital (...) acode um enxame de miseráveis, que, atraídos pelo amor do ganho ou da novidade (...) se repartem em bandos, conforme o número de partidos ou centros de reunião, a que possam filiar-se”, e segue: “Esta variegada turba (...) em grande parte, de figuras vulgares, sórdidas e ignóbeis, (...) derrama-se pela cidade (...) e cada um dos tais consome o dia batendo de porta em porta, para pedir ou extorquir do pobre diabo do candidato (...) dez tostões, dois mil réis, mais ou menos...”.

Resenha: Casa-grande e senzala, de Gilberto Freyre.

No Brasil colônia do ciclo do açúcar, imperavam garbosos e absolutos os engenhos de cana-de-açúcar. Neles, as casas grandes e as senzalas apenas pontuavam os vastos canaviais que compunham os latifúndios de então. Enquanto na casa grande a família do senhor de engenho adaptava as modas europeias ao calor dos trópicos, os escravos – sob coerção – faziam o engenho funcionar.

Resenha: Formação econômica do Brasil, de Celso Furtado.

No Brasil colônia dos anos 1750 e 1760, o ciclo do ouro vivia o seu apogeu. Muitas peças áureas foram extraídas da região mineradora brasileira, a qual abrangia uma extensa área entre a serra da Mantiqueira mineira, o entorno de Cuiabá (MT) e Goiás. A pergunta é, que fim teve todo esse ouro? Para os que pensam que o destino final do minério explorado foi Portugal, Celso Furtado responde: “Segundo fontes inglesas, as entradas de ouro brasileiro em Londres chegaram a alcançar, em certa época, cinquenta mil libras por semana”. 

Resenha: Formação do Brasil contemporâneo, de Caio Prado Júnior.

Autor de livros importantes como História econômica do Brasil e História e desenvolvimento o intelectual paulista Caio Prado Júnior (1907 – 1990) notabilizou-se com a obra A revolução brasileira, agraciada com o prêmio Juca Pato (na época, tão prestigiado quanto o atual prêmio Jabuti). Entretanto, foi com a originalidade de Formação do Brasil contemporâneo, publicado em 1942, que Prado Júnior converteu-se em referência.

Resenha: Forjando a democracia: a história da esquerda na Europa, 1850 – 2000, de Geoff Eley.

“Fui uma criança do Estado de bem-estar. Bebi seu suco de laranja e recebi suas vacinas. Morei nos seus conjuntos habitacionais. Tive a certeza de receber todos os dias na escola uma garrafa de 150 ml de leite”. Tal depoimento sincero é uma mostra da franqueza com que seu autor, o intelectual de esquerda Geoff Eley, recheou o livro Forjando a democracia, considerada a obra da sua vida, tamanha a complexidade do objeto a qual se propôs estudar.

Resenha: Aparelhos ideológicos de Estado, Louis Althusser.

Segundo o dicionário Aurélio, “Estado” é “o conjunto dos poderes políticos duma nação, governo”, e ainda, “nação politicamente organizada”. Segundo a tradição marxista clássica, todavia, “Estado” é algo muito diferente. Aqui, trata-se de um aparelho repressivo da classe dominante, classe essa que, no atual momento histórico, seria a burguesia. O poder do Estado e seu aparelho é almejado palas diferentes classes em conflito. Tendo como base tal filosofia, outros pensadores, simpatizantes da tese de Marx, desenvolveram contribuições, ora preenchendo lacunas, ora aprofundando algum aspecto. 

Resenha: A era da turbulência: aventuras em um novo mundo, de Alan Greenspan.

Em 1935, um singelo, mas entusiasmado corretor de Wall Street, que atendia pelo nome de Herbert, presenteou o seu filho Alan, então um garoto de nove anos de idade, com um exemplar dedicado de um livro que acabara de lançar: Recovery Ahead!. Tratava-se de uma obra de economia e versava, sobretudo, a respeito da política do New Deal de Delano Roosevelt. Alan pouco entendeu das primeiras páginas que ousou ler. Diante da confusão de termos desconhecidos, a criança abandonou a leitura.

Resenha: Para além do capital, István Mészáros

Após a Revolução Russa, várias décadas se passaram até que o regime soviético começasse a ruir. Não demorou muito e o poderoso bloco liderado pela União Soviética saiu de cena, sepultando os longos e tensos anos de guerra fria. Também não demorou muito e os territórios que se orgulhavam da revolução de 1917 e do comunismo logo se converteram em países capitalistas. Como se explica a voraz velocidade da restauração do capitalismo na Rússia e no Leste Europeu?

Resenha: O manifesto Comunista, de Karl Marx e Friedrich Engels.

Imagem de Wal_172619 por Pixabay

No advento de 1848, em Londres, Karl Marx e Friedrich Engels, então jovens promissores, lançaram um pequeno livro intitulado O manifesto comunista. Confeccionado em alemão, não demorou para que o texto se espalhasse pela Europa, em  sucessivas traduções. Em 1872 O manifesto ganhou uma edição norte-americana e, dentro de mais algumas décadas, tornar-se-ia um dos livros mais influentes do mundo.

Liberalismo conservador e democrático.

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Para alguns, o liberalismo é marcado pela defesa da liberdade, independentemente de qualquer obstáculo. Para outros, o liberalismo reduz o papel do Estado à função negativa de reprimir os atentados à ordem pública.

Letras do Crédito Imobiliário (LCI) Pós-fixadas


Mário Golshimitd

As Letras do Crédito Imobiliário (LCI), quanto à rentabilidade, podem ser prefixadas, pós-fixadas ou, por fim, pré e pós-fixada.

Quando a rentabilidade é pós-fixada, o investidor não sabe exatamente quanto receberá ao fim do prazo da aplicação. Isso porque o valor acordado é flutuante, uma vez que está atrelado a outro índice, como o CDI (Certificado de Depósito Interbancário) o qual oscila.

Letras do Crédito Imobiliário (LCI) Prefixadas

Mário Golshimitd

As Letras do Crédito Imobiliário (LCI), quanto à rentabilidade, podem ser: prefixadas, pós-fixadas ou, por fim, pré e pós-fixada.

Quando a rentabilidade é prefixada, o investidor sabe exatamente quanto receberá ao fim do prazo da aplicação.

Absenteísmo

O absenteísmo, ou o ausentismo – como também é conhecido –, refere-se aos momentos de abstenção ou ausência de um colaborador em um momento em que, em tese, esperava-se que ele estivesse cumprindo a sua jornada de trabalho.

Sistemas e Subsistemas

O departamento financeiro é um subsistema de uma organização


Hipólito Gouveia
Uma empresa, uma ONG, uma repartição pública. Em comum, todas são exemplos de organizações. Do ponto de vista sistêmico, a classificação de uma organização é relativa. Ora ela pode estar no papel de sistema, ora no papel de subsistema.

Neoliberalismo: panorama histórico da Inglaterra ao Brasil

Friedrich Hayek: intelectual do neoliberalismo
Mário Golshimitd

Escrito por Friedrich Hayek em 1944, o livro O caminho para a servidão é considerado o texto origem do Neoliberalismo. Nele, Hayek critica com veemência qualquer limitação imposta pelo Estado, o que afetaria as liberdades econômica e política. 

Economia e internet: o efeito cauda longa

Os avanços da tecnologia – principalmente por meio da internet – têm acarretado mudanças na economia mundial. Tais modificações trazem implicações para o varejo e para os profissionais de comunicação social. 

Concorrência, Monopólio, Oligopólio e Cartel



Mário Golshimitd
Nos mercados, sobretudo no modelo capitalista, a concorrência é fundamental. É a concorrência entre os ofertantes de produtos e serviços que possibilita o equilíbrio dos mercados.